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Carrinho

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis. Têm o ar de quem pertence a si própria. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer.

Miguel Esteves Cardoso escreveu isto sobre as mulheres do norte e não podia ser mais verdade. As vianesas moram bem mais a norte que o norte e honram o traje como se nada mais valioso existisse. E talvez não exista mesmo.

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos impossíveis. Têm o ar de quem pertence a si própria. Olham de frente.

Miguel Esteves Cardoso

Muito mais do que vestir o traje, é vestir a alma de Viana, é sentir o orgulho de nascer naquela que é a princesa do Lima, que acorda com as gaivotas e adormece com as ondas do mar.

É corar cada vez que lhes falam da romaria, é amar incondicionalmente aquilo que as difere.

E se é de bravura que estamos a falar, não será dos marinheiros que nos devemos lembrar, mas sim, da vianesa, mulher de garra e postura, capaz de elevar a voz ao mais alto dos seus templos.

Pode até não ser a mulher mais delicada, mas será sempre a mais dedicada àquilo que lhe enche o coração e aquece a alma.

Seja vermelho, azul, verde ou preto, cada um com o seu significado, cada um com a sua terra. Sabem o orgulho que é transportar o ouro ao peito e o avental à cinta. São as cores fortes que lhes enchem o peito na hora de cantar “Havemos de ir a Viana”.

E se achar que o traje não se adequa para todos os tipos de festa veja as opções que a Moda Café tem para lhe oferecer para que se continue a sentir uma verdadeira mulher vianesa.